Oleno destina R$ 2,4 milhões em emendas ao orçamento de 2016

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Os investimentos são destinados à Saúde Estadual, quatro municípios do interior e Rádio Roraima

O deputado Oleno Matos (PDT) apresentou R$ 2,4 milhões em emendas ao orçamento do Estado para 2016. Desse montante, a Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) receberá R$ 1 milhão para a reforma do prédio do Cerest (Centro Estadual de Referência em Saúde do Trabalhador). Enquanto, R$ 1,3 milhão será investido na manutenção de vicinais nos municípios de Cantá, Mucajaí e Rorainópolis. Já os R$ 100 mil restantes, o deputado direciona para execução das atividades da Radio Roraima (Empresa Rádio e Televisão Difusora de Roraima)

A previsão de receitas do Estado para 2016 é de R$ 3,2 bilhões. A Lei Orçamentária Anual (LOA), aplicada pelo Executivo em 2016, foi aprovada em meio a discussões e desentendimento entre os parlamentares.

Segundo Oleno, as emendas apresentadas passaram sem ressalvas. Conforme ele, o Cerest funciona desde a sua fundação, em 2005, em imóvel alugado, comprometendo recursos financeiros enviados pelo Ministério da Saúde. “Com um prédio próprio, a unidade reduzirá custos e dinamizará os trabalhos relacionados à saúde do trabalhador”, justificou.

Em relaçã_MG_0881o às vicinais, o parlamentar explicou que ao suplementar recurso visando à melhoria das condições da infraestrutura viária, beneficiará o escoamento da produção e a trafegabilidade. “A comunicação também é essencial nos tempos de hoje, por isso, parte será para garantir a operacionalidade dos serviços da rádio 590AM que tem alcance em todo o estado”, frisou o deputado.

Para o titular da Sesau, Kalil Coelho, os investimentos ao Cerest são importantes para a qualidade de vida dos trabalhadores. “Iniciativas como esta representam um ganho social, uma vez que o Centro previne a existência de vítimas decorrentes de acidentes e de doenças relacionadas ao trabalho onde as causas são passíveis de prevenção em sua maioria”, disse, lembrando que minimizará os gastos assistenciais, previdenciários e indenizatórios decorrentes dos agravos à saúde dos trabalhadores.

A coordenadora-geral da Vigilância em Saúde, Daniela Souza, ressaltou que a sociedade será a maior beneficiada, porque a sociedade é de trabalhadores. Portanto, corre o risco de adoecer. “Com o aporte financeiro, conseguiremos atender em um local mais adequado e melhor o trabalhador seja ele informal, formal, municipal, estadual. Além disso, poderemos planejar melhor as estratégias de saúde e prevenção, como também monitorar da forma correta os ambientes de trabalho”, complementou.

Texto: Celton Ramos

Fotos: Reynesson Damasceno

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